Como podemos ajudar?
Muitas pessoas pesquisam “meu plano de saúde aumentou muito, o que fazer?” depois de receber um boleto com reajuste inesperado ou muito acima do orçamento familiar.
O reajuste pode ocorrer por aniversário do contrato, mudança de faixa etária, sinistralidade ou regras de contrato coletivo. Mesmo assim, a operadora deve agir com transparência e respeitar o contrato, a regulação e a razoabilidade.
A análise jurídica compara o percentual aplicado, a data do contrato, os boletos anteriores, a justificativa da operadora e o tipo de plano contratado.
Casos comuns
- a mensalidade aumentou muito de um mês para o outro;
- o plano CNPJ, MEI ou empresarial familiar teve reajuste alto;
- houve aumento por idade, especialmente aos 59 anos ou na velhice;
- a operadora não explicou o cálculo do reajuste;
- o reajuste por sinistralidade parece desproporcional;
- o consumidor não consegue entender a base contratual do aumento.
Documentos importantes
- contrato do plano de saúde;
- boletos antes e depois do reajuste;
- comunicado de reajuste enviado pela operadora;
- histórico de mensalidades;
- tabela por faixa etária, se houver;
- respostas da operadora ou administradora de benefícios.
Perguntas frequentes
Todo reajuste alto de plano de saúde é abusivo?
Não. O reajuste precisa ser analisado conforme contrato, tipo de plano, regra aplicável, percentual e justificativa da operadora.
Plano de saúde empresarial pode ter reajuste abusivo?
Pode haver discussão quando há falta de transparência, aumento desproporcional, ausência de demonstração do cálculo ou situação de falso coletivo.
É possível pedir devolução de valores pagos a mais?
Em alguns casos, sim. A possibilidade depende da análise do contrato, dos boletos, do período cobrado e do reajuste aplicado.
